Escritura de Compra e Venda de Imoveis.

A escritura pública de compra e venda de um imóvel é o documento pelo qual o vendedor transfere a propriedade de um imóvel perante a sociedade. Saiba quais são os tipos de escritura

A escritura pública deverá ser lavrada no Cartórios de Notas de sua preferência por um tabelião competente. Após a lavração da escritura é que será possível o registro da venda na Matrícula do Imóvel. Abaixo descrevo alguns tipos de escritura disponíveis:

1) Escritura de Promessa de Compra e VendaContinuar lendo

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Alugar ou comprar? Qual a melhor solução para mim?

Atualmente com a alta dos juros do financiamento bancário, muitas pessoas se questionam se é melhor comprar ou alugar um imóvel. Calculadora ajuda a saber qual a melhor opção.

Alugar ou Comprar

A Calculadora Fipe Zap mostra ao usuário se é mais vantagem comprar ou alugar um imóvel, levando-se em consideração o aspecto financeiro.

O usuário deverá preencher dados básicos como o valor de compra, a taxa de juros, o valor de entrada e a quantidade de parcelas. Ou ainda utilizar-se de davos previsamente cadastrado pelo ZAP. Ao final a calcudora Continuar lendo

Investir em Imóveis. Regras básicas.

Já pensou em se tornar um investidor imobiliário? Possuir um ou mais imóveis que lhe rendam dinheiro todos os meses?

 

Como escolher um imóvel para investir: Confira algumas dicas…

 

IMÓVEIS COMERCIAIS

 

A- Endereço: Boa localização é a que não precisa de explicação sobre como chegar. O nome da rua basta.

B- Fácil Acesso: Estações de metrô, de trem, de ônibus são diferenciais.

C- Região: Há ruas e avenidas conhecidas por um determinado tipo de comércio (como móveis, musica, clínicas, escolas). O imóvel deve se adaptar ao padrão das demais lojas.

D- Garagem: A falta de vagas para clientes pode significar o fracasso de uma empresa.

E- Entorno: Locais degradado com problemas de enchentes, assaltos e infraestrutura precária não tem grande procura de inquilinos.

 

IMÓVEIS RESIDENCIAIS

 

A- Localização: Próximos a parques, shoppings e com opções de transporte público.

B- Procura: Não falta demanda em locais em locais próximos de universidades e hospitais.

C- Diferenciais: Despesas baixas de condomínio, área de lazer, segurança e vagas de garagem facilitam a revenda e o aluguel.

D- Tranquilidade: Famílias querem escolas, supermercados e bares na vizinhança, mas não ao lado, por causa do barulho.

E- Tamanho: A procura por imóveis menores é maior em locais próximos a estações de metrô e trem.

 

O grande segredo do investimento imobiliário consiste em considerar o imóvel apenas como um negócio. Um imóvel para investimento não precisa ser bonito, ele tem apenas que ter potencial para dar lucro.

 

Não esperem para comprar seu imóvel! Afirmam especialistas!

Não é raro ouvir alguém reclamar que os preços de apartamentos e casas das grandes capitais estão nas alturas, irreais, não condizentes com o que se ganha. A euforia repentina do mercado imobiliário e o alerta do Fundo Monetário Internacional (FMI) para a expansão de empréstimos no Brasil seriam, portanto, indícios de uma crise imobiliária prestes a ser deflagrada? Embora a presença de bolha não possa ser totalmente descartada, economistas acreditam que o seu inflar ainda é lento – e não está nem perto da queda dos preços.

Concluído em janeiro deste ano e publicado no início do mês, o relatório do FMI apontou a alta rápida dos preços de imóveis no Brasil e a forte expansão dos empréstimos imobiliários. Segundo o documento, o aumento dos requerimentos de capital para comprar um imóvel contribuiu para reduzir a velocidade de crescimento do crédito.

De acordo com o economista e coordenador do Centro de Macroeconomia Aplicada da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Emerson Marçal, a melhoria das condições de crédito levou ao aumento da demanda por imóveis, responsável pelo acréscimo nos preços dos aluguéis e dos imóveis novos. A queda dos juros permitiu acesso a crédito para compra de imóvel e levou agentes econômicos a buscar esta alternativa como forma de investimento.

Para uma bolha imobiliária se consolidar, no entanto, são necessárias condições de crédito fáceis, o que aconteceu nos Estados Unidos, que, junto à elevação das taxas de juros, levou ao estouro da bolha imobiliária em 2007. Ainda de acordo com o economista, não é o caso do País. “Financiar imóveis ainda é algo restritivo no Brasil. Os bancos têm regras demais, e os cartórios implicam custos”, explica Marçal.

Segundo o professor de finanças do Instituto de Ensino e Pesquisa (Insper) Ricardo Almeida, nada de surpresas: a alta dos preços está dentro do esperado, conforme a taxa de juros. O valores de imóveis devem crescer de acordo com a inflação, sem valorização expressiva, e o crédito deve se estabilizar. “Não espere para comprar seu imóvel“, sugere o analista.

Conforme pesquisa da Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio (Embraesp) divulgada em maio, pela primeira vez em quatro anos os preços de imóveis residenciais novos recuaram em São Paulo. No primeiro trimestre, o valor do metro quadrado dos lançamentos com um e dois dormitórios, os imóveis mais procurados, caiu 7,8% em relação a dezembro de 2012. Caso não haja bolhas no mercado imobiliário brasileiro, os preços dos imóveis no futuro próximo devem se consolidar em um novo patamar, sem aumentos contínuos ou quedas drásticas.

Fonte: Terra

Se você procura por imóveis na Zona Norte de S.Paulo, acessem nosso site: www.vastimoveis.com.br, nos envie um e-mail: contato@vastimoveis.com.br ou se preferir nos contate através do telefone: (11) 2283-5457. Temos vasta lista de imóveis na região e com certeza um deles está no perfil procurado por você.

Financiamento ou Consórcio Imobiliário?

CONHEÇA AS VANTAGENS E DESVANTAGENS ENTRE UMA MODALIDADE E OUTRA!

Quando pensamos em investir em um bem material de grande valor, devemos sempre considerar todas as alternativas e caminhos possíveis para a concretização do sonho. Especificamente para compra de imóveis temos hoje no mercado a modalidade de financiamento e de consórcio imobiliário.

Entenda cada um deles:

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Comprador de imóveis está mais otimista, diz levantamento.

O ICCI (índice que mede a confiança do comprador de imóvel) ficou em 134,5 pontos em dezembro, o que representa um crescimento de 8,3% se comparado ao mesmo mês em 2011, segundo a Lopes, responsável pelo levantamento.

Já o IE, que aponta as expectativas para os próximos seis meses, ficou 16,4% superior (147,9 pontos em dezembro de 2012).

Mercado mais aquecido.
Mercado mais aquecido.

De acordo com a pesquisa, 54% dos entrevistados indicaram que a situação financeira familiar estará melhor nos próximos seis meses (em dezembro de 2011, correspondia a 32%).

Em relação à demanda por imóveis em 2013, a intenção de compra de imóvel ficou em 69% no período (em dezembro de 2011, era 43%).

Além disso, 81% afirmaram que possuem intenção alta ou média de comprar um imóvel atualmente.

A pesquisa contou com a participação de 1.166 entrevistados da Grande São Paulo e que pretendem comprar imóveis.

Fonte: FOLHA.

Realmente, nós que atuamos no dia a dia do mercado imobiliário podemos perceber essa mudança. Hoje os clientes que nos contatam para aquisição de imóvel estão mais decididos e prontos para comprar um novo imóvel ou seu primeiro imóvel.

E nós, da VastImoveis estamos preparados e prontos para um novo aquecimento do mercado. Temos vasta lista de imóveis disponíveis e prontos para realizar o sonho de muitos dos brasileiros: comprar a casa própria.

Portanto acesse nosso site e escolha seu novo lar: www.vastimoveis.com.br

Ericson Tassini – Gerente de Vendas – VastImoveis.

Venda e Preços de imóveis usados caem em 2012 em S.Paulo, diz Creci-SP.

As vendas de imóveis usados caíram 19% no Estado de São Paulo e o preço médio dessas unidades recuou 14,9% em 2012 (na comparação com o ano anterior), segundo pesquisa do Creci-SP (associação estadual de corretores) com 1.386 imobiliárias de 37 cidades.

“O ano foi de baixo crescimento, com o PIB devendo fechar pouco acima de 1%, as famílias ficaram mais endividadas, a inadimplência aumentou e a inflação subiu, e essa situação se refletiu no mercado de imóveis usados”, afirma José Augusto Viana Neto, presidente do Creci-SP.

DEZEMBRO
No último mês do ano, a queda nas vendas foi generalizada nas quatro regiões do Estado que compõem a pesquisa: 16,8% na capital, 10,1% no interior, 3,4% no litoral e 48% nas cidades de Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Guarulhos e Osasco.

Os imóveis mais vendidos no Estado foram os de valor superior a R$ 200 mil, com 50,1% dos contratos formalizados nas imobiliárias pesquisadas, ficando os de valor médio até R$ 200 mil com os restantes 49,9%.

Na média geral do Estado, as imobiliárias registraram descontos médios sobre os preços inicialmente pedidos pelos proprietários de 6,57% nos bairros de regiões periféricas, de 7,2% nos bairros centrais e de 8,48% nos bairros de áreas nobres.

Fonte: FOLHA

Crédito imobiliário aumenta 17,5% em Janeiro.

Os financiamentos para aquisição e construção de imóveis atingiram o montante de R$ 6,68 bilhões, alta de 17,5% em relação ao mesmo período do ano passado, divulgou nesta quarta (27) a Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança).

No acumulado dos últimos 12 meses até janeiro, o montante financiado foi de R$ 83,8 bilhões, 3,5% maior que nos doze meses precedentes e recorde histórico.

IMÓVEIS
No primeiro mês do ano, foram financiadas 35,5 mil unidades, crescimento de 5,4% em relação ao mesmo mês do ano passado.

No acumulado de fevereiro de 2012 a janeiro deste ano, o total de imóveis financiados atingiu 455 mil unidades, redução de 7,8% comparativamente ao apurado nos 12 meses anteriores.

Quando à poupança. no mês passado, os depósitos superaram as retiradas e a captação líquida foi positiva em R$ 984 milhões.

A evolução favorável dos depósitos elevou o saldo das cadernetas de poupança no SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo) a mais de R$ 391 bilhões. Em termos relativos, houve crescimento de 18% comparativamente ao mesmo período do ano passado.

Fonte: FOLHA

Valorização do mercado imobiliário paulistano chegou a 12% no ano!

A média do preço do metro quadrado na capital paulista é de R$ 6.199, já nos bairros mais valorizados atingiu R$ 13.177.

SÃO PAULO – A capital paulista já alcançou uma valorização anual de 12%, conforme apontou a pesquisa Barômetro do Mercado Imobiliário, do portal Agente Imóvel, baseada na avaliação de 150 mil imóveis em toda a cidade de São Paulo. O preço médio do metro quadrado, considerando toda a capital é de R$ 6.199.

Entre janeiro e agosto deste ano o aumento do metro quadrado já atingiu um crescimento de 8,8%. “Desde os últimos três anos a valorização subiu mais de 100% então a tendência agora é de queda”, avalia Johan Jonsson, sócio fundador do Agente Imóvel, instituição responsável pela pesquisa.

Mais valorizados: O preço médio do metro quadrado dos imóveis nos bairros mais valorizados da cidade de São Paulo pode chegar a R$ 13.177. Este valor representa o que é cobrado por um imóvel na Chácara Itaim, por exemplo.

De acordo com a pesquisa Barômetro do Mercado Imobiliário, feito pela Agente Imóvel, entre os bairros mais valorizados da capital, a Vila Clementino é a que possui o menor valor, de R$ 7.395. Veja quais são os bairros mais caros da capital paulista:

Bairro Preço médio por metro quadrado
Fonte: Agente Imóvel
Chácara Itaim R$ 13.177
Jardim Europa R$ 12.469
Vila Nova Conceição R$ 11.973
Jardim América R$ 10.865
Vila Uberabinha R$ 9.310
Itaim Bibi R$ 9.278
Jardim Paulista R$ 8.675
Vila Olímpia R$ 8.586
Cerqueira César R$ 8.525
Moema R$ 8.347
Consolação R$ 8.224
Cidade Monções R$ 8.220
Paraíso R$ 7.935
Pinheiros R$ 7.830
Indianópolis R$ 7.817
Brooklin Novo R$ 7.576
Campo Belo R$ 7.525
Vila Mariana R$ 7.477
Brooklin Paulista R$ 7.401
Vila Clementino R$ 7.395

Metro quadrado por região: Segundo a pesquisa, em relação às regiões da cidade de São Paulo, a zona Oeste tem o maior preço médio do metro quadrado, chegando a R$ 6.874.

Em seguida, aparecem as zona Central que tem o metro quadrado a R$ 6.474. Na sequência, aparece o metro quadrado da zona Norte, que custa R$ 6.058, e o da zona Sul, que é de R$ 5.303. Por fim, aparece a zona Leste com o metro quadrado mais barato entre todas as regiões da cidade, de R$ 4.161.

Fonte: Imobili News

Imóveis de 2 dormitórios representam 52% das vendas.

Após alta nos preços gerais de imóveis, as unidades menores ganham importância no mercado imobiliário de São Paulo.

São Paulo – Os imóveis de dois dormitórios têm se tornado a preferência na capital paulista. Cada vez mais requisitado pelos paulistanos, as unidades com dois quartos representaram 52% das 11.981 vendas na cidade São Paulo no primeiro semestre deste ano, de acordo com dados do Secovi-SP(Sindicato da Habitação).

Esse é um número recorde, que supera todas as avaliações feitas pela entidade durante seis meses, desde 2004. O valor do metro quadrado de imóveis novos subiu 6,3% nos primeiros cinco meses de 2012, em relação ao mesmo período de 2011.

Apesar da alta nesse segmento de imóveis, as vendas de casas e apartamentos de quatro dormitórios tiveram queda no período. De 14% caíram para 9,9%. O professor titular da Poli/USP, João da Rocha Lima Junior tem uma explicação. “Com o crescimento dos preços dos imóveis acima da renda, é natural que ocorra cada vez mais lançamentos de unidade menores”, disse.

Segundo o especialista, o mercado passa por uma readequação. Ele acredita, agora, que as empresas precisam fazer produtos compactos para atender a um público que antes procurava apartamentos maiores.

Para o economista-chefe do Secovi-SP, Celso Petrucci, as construtoras optaram por estes imóveis por conta do cenário econômico no país, ainda incerto.

Fonte: Exame