Quem quer financiar um imóvel tem alternativas fora da Caixa Econômica Federal.

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Com a redução do teto para financiamento imobiliário pela Caixa Econômica Federal (CEF) os outros bancos tendem a ganhar mais clientes nesse setor.

Desde o último dia 4 de maio, a CEF anunciou a redução dos percentuais para financiamento imobiliário. Onde a partir de então os financiamento pelo Sistema Financeiro de Habitação (SFH) para imóveis de até R$ 750.000,00, o percentual máximo de financimento é de 50% do valor do imóvel. Já para os imóveis com valor superior à R$ 750.000,00 o financiamento é pelo Sistema Financerio Imobiliário e o percentual máximo de financiamento é de 40%.

Porém os outros bancos que também atuam no setor de financiamento imobiliário, ainda ofertam financiamentos com até 80% do valor total do imóvel financiado. É o caso do ITAÚ, Bradesco, Banco do Brasil e Santander.

Quem pretende adquirir seu imóvel através de financiamento deverá se apressar, pois com a redução do teto promovido pela CEF temos um cenário onde os outros bancos poderão aumentar suas taxas de juros.

Portanto, ainda não é um momento de desespero, pois há boas e variadas alternativas no mercado para o financiamento imobiliário. Precisamos apenas estar atentos ao mercado e acompanhar as variações nos financiamentos imobiliários de outros bancos.

Caso necessite de mais informações à respeito, não exite em nos contatar estamos ao dispor para eventuais esclarecimentos.

VAST Imóveis.
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Financiamento Imobiliário: CEF terá novas regras para o SBPE.

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A Caixa Econômica Federal mudará as regras para o financiamento imobiliário.
Segundo publicação da Página do Facebook Resumo Imobiliário a CEF terá novas regras para os financiamento de imóveis no ambito do SBPE a partir de 13/04/2015. Confira abaixo as principais alterações que serão promovidas:Vejam os detalhes da alteração:

TAXA DE JUROS.

Serão alteradas as taxas de juros das operações de financiamento de imóveis residenciais no âmbito do SFH, conforme cada nível de relacionamento abaixo:

a) Taxa balcão terá uma Taxa de Juros Efetiva de 9,45%.
b) Relacionamento terá uma Taxa de Juros Efetiva de 9,30%.
c) Relacionamento + Salário terá uma Taxa de Juros Efetiva de 9,00%.
d) Servidor (Relacionamento) terá uma Taxa de Juros Efetiva de 9,00%.
e) Servidor (Relacionamento + Salário) terá uma Taxa de Juros Efetiva de 8,80%.

VALOR MÍNIMO/MÁXIMO, PERCENTUAIS E PRAZO PARA FINANCIAMENTO.

a) Valor mínimo para residencial – R$ 100.000,00.
b) Valor mínimo para comercial – R$ 50.000,00.
c) Valor máximo (SFI) – Até R$ 1.500.000,00.
d) Prazo mínimo de financiamento (SFH e SFI) – 96 meses.
e) Percentual máximo de financiamento (SFH e SFI) – Até 80%.
f) Percentual máximo de financiamento (SFH e SFI para funcionários do setor público) – Até 90%.

FONTE: Resumo Imobiliário

A crise chegou ao Mercado Imobiliário. É hora de comprar?

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Em algumas capitais, os preços estão estagnados ou crescem abaixo da inflação; paradeira no setor beneficia consumidores dispostos a negociar.

Hora de Comprar?
Hora de Comprar?

A ideia de que o Brasil vivencia uma bolha no mercado imobiliário causa debate há quase uma década. Enquanto milhares aproveitaram a expansão e o barateamento do crédito para comprar suas casas, outros tantos – descrentes de que os valores pudessem se manter sempre em alta – preferiram esperar o momento em que os preços começassem a cair. A teoria da bolha ainda não foi comprovada. Mas a chegada da crise econômica começa a ter seus efeitos sobre os imóveis. O índice FipeZap de fevereiro mostra que os preços estacionaram nas capitais brasileiras. Mais ainda: pela primeira vez desde que foi criado, o indicador começa a captar quedas. O Distrito Federal é um caso exemplar: o avanço dos preços em 12 meses é de 0,18%. Descontada a inflação do período, trata-se de uma queda real de quase 8%. Especialistas consultados pelo site de VEJA garantem: não haverá um derretimento de preços. Mas, em 2015, quem estiver disposto a comprar encontrará o caminho livre para negociar descontos impensáveis bem pouco tempo atrás.

Uma série de fatores conjunturais explica a desaceleração. A espiral de decisões erradas tomadas pelo governo Dilma Rousseff desde 2011 assustou o setor produtivo, que parou de investir e, consequentemente, Leia o resto deste post »

Mercado Imobiliário reduz preços e facilita pagamento para recuperar clientes.

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Venda de novos teve queda de 35% em 2014, enquanto de usados subiu 41%

Chave
Construtoras, incorporadoras e donos de imóveis estão bastante flexíveis na negociação. Imagem: Getty Images

Após quase uma década de preços em alta e vendas elevadas, o mercado imobiliário mudou a estratégia em 2015. Para recuperar clientes, as construtoras, incorporadoras, imobiliárias e donos de imóveis estão realizando uma reacomodação dos preços, por meio de descontos e facilidades de pagamento que não ocorriam quando o mercado estava superaquecido.

O mercado de imóveis novos registrou desempenho ruim em 2014, com menos lançamentos, vendas historicamente baixas e, consequentemente, alta no estoque (unidades não vendidas após três anos).

Segundo o Secovi (Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Residenciais e Comerciais de São Paulo), o estoque passou de 19.692, em 2013, para 27.255 unidades em 2014.

Esse acúmulo se deve às baixas vendas do ano passado, que chegaram a 21,6 mil unidades — 35% a menos que 2013, pior resultado desde 2004.

“O imóvel anda muito junto com a economia, e a economia foi terrível em 2014 e vai ser pior ainda em 2015”, justifica Emílio Kallas, vice-presidente de Incorporação e Terrenos Urbanos do Secovi-SP.

— Para comprar um imóvel ou algum bem que você fica muitos anos pagando, a gente precisa ter confiança, numa forma geral, confiança no emprego, confiança na renda, confiança de que não terá nenhuma catástrofe. Então ele [comprador] pensa duas, três, quatro vezes [antes de fechar negócio].

O efeito disso será a menor quantidade de lançamentos em 2015, segundo o Secovi, que prevê queda de até 10%.

— As construtoras vão pensar um pouco mais antes de fazer um lançamento. E as incorporadoras têm que se adequar a esse estoque enorme.

Para o mercado de usados, no entanto, o cenário foi diferente. As vendas subiram 41% em 2014 — desde 2010, só não cresceu em 2012 (veja mais ao final). Já os preços, por outro lado, caíram 22% no ano passado.

Os dados são do Creci-SP (Conselho Regional dos Corretores de Imóveis), que não possui números absolutos, mas faz o levantamento após consultar 215 imobiliárias.

O presidente do Creci-SP, José Augusto Viana Neto, relativiza o desempenho. “É um bom resultado, porém poderia ser muito melhor, se os negócios estivessem como estavam até 2012 e 2013”, afirma.

— Na média, nós tivemos um movimento bom, mas 2014 foi sofrível. Nós tivemos queda na velocidade de venda dos imóveis, apesar de não apresentar números negativos.

O ano do usado

PrédioVasti
Ao comprar um imóvel, hoje é possível pechinchar. Foto: Eduardo Enomoto / R7

Em meio a esse cenário de desconfiança, tanto Viana Neto quanto Kallas concordam que a venda de usados irá se destacar em 2015.

Segundo o presidente do Creci, “todas as vezes que há diminuição nos lançamentos, há um aumento de venda de imóveis usados”.

— Quando termina aquela propaganda forte do imóvel novo, o cliente acaba se dirigindo às imobiliárias para ver os usados.

Já Kallas afirma que “o imóvel usado é mais atrativo porque é mais barato, apesar de não ter todas as características de um novo”.

— E se você garimpar, é muito mais fácil achar uma pessoa física que esteja precisando vender do que uma pessoa jurídica.

O diretor de vendas da Lello Imóveis, Igor Freire, aposta que 2015 “será o ano do usado”. Só na imobiliária, o valor dos negócios fechados em fevereiro foi 25% maior do que no mesmo mês do ano passado.

— Recebemos 10% a mais de clientes no período. A tendência de mercado, com essa situação econômica instável, é que o cliente não queira fechar um negócio para daqui dois, três anos, [como seria no caso de um lançamento], já que ele não sabe como estará sua situação financeira.

Descontão em vista

Além de ser “o ano do usado”, 2015 promete ser também o ano para fechar negócio. O motivo é bem simples: seja comprando um imóvel novo ou usado, há margem para pechinchar. Isso amplia as formas de pagamento e pode até derrubar o preço. “O mercado está aberto”, dizem os especialistas.

No caso dos novos, as oportunidades estão nos feirões de queima de estoque. No último sábado (7), a imobiliária Lopes realizou uma campanha com 14 incorporadoras de 60 empreendimentos. O desconto prometido era de até 32%.

A MRV Engenharia, a Gafisa e a Tecnisa, dos ramos de construção e incorporação, também estão com queima de estoque em andamento.

No caso da Gafisa, as promoções acontecem em seu site até o fim do mês, durante a campanha Taxa Zero, que promete parcelas fixas (sem correção) durante o período de obras dos empreendimentos.

As empresas não revelam até quando continuam os feirões, mas a expectativa é de que essa estratégia perdure até a redução dos estoques.

Já no caso dos usados, os descontos não devem passar dos 10%, dizem os corretores. Eles destacam, no entanto, as facilidades na hora de comprar.

“O cliente vendedor final ou o cliente incorporador está mais suscetível à negociação. Isso faz com que aumente a demanda do cliente [comprador] por nossos imóveis”, afirma Rodrigo Gordinho, diretor de Imóveis Prontos da Lopes, que também prevê um primeiro trimestre melhor em 2015 do que em 2014.

— Não vai ser mais aquela loucura de subir preço. Abaixar preço também acho muito difícil. Mas é um assentamento natural de preços, e as melhores oportunidades vão prevalecer.

Freire afirma que, quando o mercado estava “superaquecido”, os vendedores não aceitavam redução de preço, ou um sinal (pagamento inicial) mais baixo, como vem ocorrendo agora.

Para Viana Neto, do Creci-SP, os preços podem baixar ainda mais.

— Acredito até que os preços precisam baixar mais um pouco para cair dentro da realidade do mercado, porque a renda familiar não alcança a necessidade para a pessoa assinar um contrato.

Infográfico SECOVI

 

Fonte: R7

LOJA COMERCIAL – CERQUEIRA CÉSAR (VENDA/LOCAÇÃO)

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Ótima loja comercial – Cerqueira César.

2 pavimentos com fachada de vidro e 400 metros da estação Oscar Freire do Metrô

Para mais informações acesse o link: http://goo.gl/c2FIit

Veja essa e outras oporunidades em www.vastimoveis.com.br

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Como preparar seu imóvel para venda?

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Saiba como preparar seu imóvel para uma venda mais ágil e com bom valor.

Atualmente os compradores de imóveis tem muitas opções e por vezes as opções são no mesmo condomínio ou edifício, com isso tornar seu imóvel vendável é fundamental, se você quiser vende-lo em um tempo curto e com bom valor.

O interessa ou comprador não marca uma visita somente para ‘dar uma olhada’ em geral eles fazem uma verdadeira inspeção, afim de comparar o seu imóvel com outros que já viu ou irá ver, para então tomar sua decisão. Com isso ter o imóvel em ótimo estado poderá ser um fator decisivo para o comprador escolher o seu.

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Sobrado na Vila Guilherme – ótimo local!!!

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Lindo sobrado na Vila Guilherme!!! 3 suítes – 4 vagas – Área gourmet.

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