Cuidados ao comprar um imóvel usado.

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A pessoa interessada em comprar um imóvel usado deve observar alguns itens antes de fechar a compra.

Antes de comprar um imóvel usado é preciso avaliar detalhadamente alguns fatores para que o seu sonho não se torne um pesadelo. Abaixo segue uma lista com alguns pontos prioritários:

1) LOCALIZAÇÃO : Verifique a vizinhança, de preferência faça várias visitas em horários diferentes para averiguar o barulho e o transito local, inclusive visite a região no horário noturno e finais de semana. Veja também as opções de transporte público, quais e quantas linhas de ônibus passam próximo ao imóvel. O comércio próximo é um fator importante na análise, porém ter uma feira livre na porta de sua residência ou uma casa noturna próxima pode ser um importuno.

2) INSOLAÇÃO: Observe se no imóvel há incidência do sol e em quais horários. Se na maior parte é o sol da tarde que ilumina o imóvel, ele tende a ser quente. No verão poderá ser um importuno.

3) CONSTRUÇÃO: Verifique se há rachaduras ou infiltrações.

4) ACABAMENTOS: Observe todos os acabamentos do imóvel como pisos, azulejos, paredes e outros itens. Nas paredes observe se há indícios de umidade. Nos pisos e azulejos se estão se soltando ou trincados. Também verifique indícios de pequenos reparos feitos para ocultar esses defeitos. Veja também as janelas e portas, se estão todas funcionando perfeitamente.

5) PORTAS, JANELAS ou PISOS EM MADEIRA: Caso o imóvel tenha portas, janelas ou piso em madeira, observe se há acumulo de pó de madeira ou buraquinhos. Isso pode ser um problema com cupins.

6) PARTE ELÉTRICA: Veja o quadro de disjuntores, tomadas e interruptores. Observe se há sinais aparentes de superaquecimento. Esses sinais geralmente são em forma de manchas escuras, fios retorcidos ou isolamentos danificados. Imóveis mais antigos podem não estar preparados para a quantidade de aparelhos eletrônicos disponíveis atualmente.

7) HIDRÁULICA: Acione as torneiras, chuveiros e descargas, veja se todos estão funcionando. Veja também se os ralos não estão entupidos.

8) CONDOMÍNIOS: Caso o imóvel seja esteja dentro de um condomínio, observe a limpeza da área comum, como é a segurança do condomínio (se há câmeras para monitoramento, cercas elétricas e outros itens). A saúde financeira do condomínio é outro fator de muita importância, veja se há saldo de caixa, qual o índice de inadimplentes e se o condomínio esta passando por reformas ou tem previsão de fazê-la.

Observando atentamente esses detalhes estará reduzindo consideravelmente as chances de arrependimento posterior.

Ainda mais, caso tenha notado que precisará fazer reparo em um ou mais itens do imóvel, assim mesmo gostar do imóvel, é a oportunidade ideal para você barganhar no valor do imóvel e conseguir fazer um bom negócio e também economizar algum dinheiro para a reforma.

VAST Imóveis

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Quem quer financiar um imóvel tem alternativas fora da Caixa Econômica Federal.

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Com a redução do teto para financiamento imobiliário pela Caixa Econômica Federal (CEF) os outros bancos tendem a ganhar mais clientes nesse setor.

Desde o último dia 4 de maio, a CEF anunciou a redução dos percentuais para financiamento imobiliário. Onde a partir de então os financiamento pelo Sistema Financeiro de Habitação (SFH) para imóveis de até R$ 750.000,00, o percentual máximo de financimento é de 50% do valor do imóvel. Já para os imóveis com valor superior à R$ 750.000,00 o financiamento é pelo Sistema Financerio Imobiliário e o percentual máximo de financiamento é de 40%.

Porém os outros bancos que também atuam no setor de financiamento imobiliário, ainda ofertam financiamentos com até 80% do valor total do imóvel financiado. É o caso do ITAÚ, Bradesco, Banco do Brasil e Santander.

Quem pretende adquirir seu imóvel através de financiamento deverá se apressar, pois com a redução do teto promovido pela CEF temos um cenário onde os outros bancos poderão aumentar suas taxas de juros.

Portanto, ainda não é um momento de desespero, pois há boas e variadas alternativas no mercado para o financiamento imobiliário. Precisamos apenas estar atentos ao mercado e acompanhar as variações nos financiamentos imobiliários de outros bancos.

Caso necessite de mais informações à respeito, não exite em nos contatar estamos ao dispor para eventuais esclarecimentos.

VAST Imóveis.
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Financiamento Imobiliário: CEF terá novas regras para o SBPE.

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A Caixa Econômica Federal mudará as regras para o financiamento imobiliário.
Segundo publicação da Página do Facebook Resumo Imobiliário a CEF terá novas regras para os financiamento de imóveis no ambito do SBPE a partir de 13/04/2015. Confira abaixo as principais alterações que serão promovidas:Vejam os detalhes da alteração:

TAXA DE JUROS.

Serão alteradas as taxas de juros das operações de financiamento de imóveis residenciais no âmbito do SFH, conforme cada nível de relacionamento abaixo:

a) Taxa balcão terá uma Taxa de Juros Efetiva de 9,45%.
b) Relacionamento terá uma Taxa de Juros Efetiva de 9,30%.
c) Relacionamento + Salário terá uma Taxa de Juros Efetiva de 9,00%.
d) Servidor (Relacionamento) terá uma Taxa de Juros Efetiva de 9,00%.
e) Servidor (Relacionamento + Salário) terá uma Taxa de Juros Efetiva de 8,80%.

VALOR MÍNIMO/MÁXIMO, PERCENTUAIS E PRAZO PARA FINANCIAMENTO.

a) Valor mínimo para residencial – R$ 100.000,00.
b) Valor mínimo para comercial – R$ 50.000,00.
c) Valor máximo (SFI) – Até R$ 1.500.000,00.
d) Prazo mínimo de financiamento (SFH e SFI) – 96 meses.
e) Percentual máximo de financiamento (SFH e SFI) – Até 80%.
f) Percentual máximo de financiamento (SFH e SFI para funcionários do setor público) – Até 90%.

FONTE: Resumo Imobiliário

A crise chegou ao Mercado Imobiliário. É hora de comprar?

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Em algumas capitais, os preços estão estagnados ou crescem abaixo da inflação; paradeira no setor beneficia consumidores dispostos a negociar.

Hora de Comprar?
Hora de Comprar?

A ideia de que o Brasil vivencia uma bolha no mercado imobiliário causa debate há quase uma década. Enquanto milhares aproveitaram a expansão e o barateamento do crédito para comprar suas casas, outros tantos – descrentes de que os valores pudessem se manter sempre em alta – preferiram esperar o momento em que os preços começassem a cair. A teoria da bolha ainda não foi comprovada. Mas a chegada da crise econômica começa a ter seus efeitos sobre os imóveis. O índice FipeZap de fevereiro mostra que os preços estacionaram nas capitais brasileiras. Mais ainda: pela primeira vez desde que foi criado, o indicador começa a captar quedas. O Distrito Federal é um caso exemplar: o avanço dos preços em 12 meses é de 0,18%. Descontada a inflação do período, trata-se de uma queda real de quase 8%. Especialistas consultados pelo site de VEJA garantem: não haverá um derretimento de preços. Mas, em 2015, quem estiver disposto a comprar encontrará o caminho livre para negociar descontos impensáveis bem pouco tempo atrás.

Uma série de fatores conjunturais explica a desaceleração. A espiral de decisões erradas tomadas pelo governo Dilma Rousseff desde 2011 assustou o setor produtivo, que parou de investir e, consequentemente, Leia o resto deste post »

Mercado Imobiliário reduz preços e facilita pagamento para recuperar clientes.

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Venda de novos teve queda de 35% em 2014, enquanto de usados subiu 41%

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Construtoras, incorporadoras e donos de imóveis estão bastante flexíveis na negociação. Imagem: Getty Images

Após quase uma década de preços em alta e vendas elevadas, o mercado imobiliário mudou a estratégia em 2015. Para recuperar clientes, as construtoras, incorporadoras, imobiliárias e donos de imóveis estão realizando uma reacomodação dos preços, por meio de descontos e facilidades de pagamento que não ocorriam quando o mercado estava superaquecido.

O mercado de imóveis novos registrou desempenho ruim em 2014, com menos lançamentos, vendas historicamente baixas e, consequentemente, alta no estoque (unidades não vendidas após três anos).

Segundo o Secovi (Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Residenciais e Comerciais de São Paulo), o estoque passou de 19.692, em 2013, para 27.255 unidades em 2014.

Esse acúmulo se deve às baixas vendas do ano passado, que chegaram a 21,6 mil unidades — 35% a menos que 2013, pior resultado desde 2004.

“O imóvel anda muito junto com a economia, e a economia foi terrível em 2014 e vai ser pior ainda em 2015”, justifica Emílio Kallas, vice-presidente de Incorporação e Terrenos Urbanos do Secovi-SP.

— Para comprar um imóvel ou algum bem que você fica muitos anos pagando, a gente precisa ter confiança, numa forma geral, confiança no emprego, confiança na renda, confiança de que não terá nenhuma catástrofe. Então ele [comprador] pensa duas, três, quatro vezes [antes de fechar negócio].

O efeito disso será a menor quantidade de lançamentos em 2015, segundo o Secovi, que prevê queda de até 10%.

— As construtoras vão pensar um pouco mais antes de fazer um lançamento. E as incorporadoras têm que se adequar a esse estoque enorme.

Para o mercado de usados, no entanto, o cenário foi diferente. As vendas subiram 41% em 2014 — desde 2010, só não cresceu em 2012 (veja mais ao final). Já os preços, por outro lado, caíram 22% no ano passado.

Os dados são do Creci-SP (Conselho Regional dos Corretores de Imóveis), que não possui números absolutos, mas faz o levantamento após consultar 215 imobiliárias.

O presidente do Creci-SP, José Augusto Viana Neto, relativiza o desempenho. “É um bom resultado, porém poderia ser muito melhor, se os negócios estivessem como estavam até 2012 e 2013”, afirma.

— Na média, nós tivemos um movimento bom, mas 2014 foi sofrível. Nós tivemos queda na velocidade de venda dos imóveis, apesar de não apresentar números negativos.

O ano do usado

PrédioVasti
Ao comprar um imóvel, hoje é possível pechinchar. Foto: Eduardo Enomoto / R7

Em meio a esse cenário de desconfiança, tanto Viana Neto quanto Kallas concordam que a venda de usados irá se destacar em 2015.

Segundo o presidente do Creci, “todas as vezes que há diminuição nos lançamentos, há um aumento de venda de imóveis usados”.

— Quando termina aquela propaganda forte do imóvel novo, o cliente acaba se dirigindo às imobiliárias para ver os usados.

Já Kallas afirma que “o imóvel usado é mais atrativo porque é mais barato, apesar de não ter todas as características de um novo”.

— E se você garimpar, é muito mais fácil achar uma pessoa física que esteja precisando vender do que uma pessoa jurídica.

O diretor de vendas da Lello Imóveis, Igor Freire, aposta que 2015 “será o ano do usado”. Só na imobiliária, o valor dos negócios fechados em fevereiro foi 25% maior do que no mesmo mês do ano passado.

— Recebemos 10% a mais de clientes no período. A tendência de mercado, com essa situação econômica instável, é que o cliente não queira fechar um negócio para daqui dois, três anos, [como seria no caso de um lançamento], já que ele não sabe como estará sua situação financeira.

Descontão em vista

Além de ser “o ano do usado”, 2015 promete ser também o ano para fechar negócio. O motivo é bem simples: seja comprando um imóvel novo ou usado, há margem para pechinchar. Isso amplia as formas de pagamento e pode até derrubar o preço. “O mercado está aberto”, dizem os especialistas.

No caso dos novos, as oportunidades estão nos feirões de queima de estoque. No último sábado (7), a imobiliária Lopes realizou uma campanha com 14 incorporadoras de 60 empreendimentos. O desconto prometido era de até 32%.

A MRV Engenharia, a Gafisa e a Tecnisa, dos ramos de construção e incorporação, também estão com queima de estoque em andamento.

No caso da Gafisa, as promoções acontecem em seu site até o fim do mês, durante a campanha Taxa Zero, que promete parcelas fixas (sem correção) durante o período de obras dos empreendimentos.

As empresas não revelam até quando continuam os feirões, mas a expectativa é de que essa estratégia perdure até a redução dos estoques.

Já no caso dos usados, os descontos não devem passar dos 10%, dizem os corretores. Eles destacam, no entanto, as facilidades na hora de comprar.

“O cliente vendedor final ou o cliente incorporador está mais suscetível à negociação. Isso faz com que aumente a demanda do cliente [comprador] por nossos imóveis”, afirma Rodrigo Gordinho, diretor de Imóveis Prontos da Lopes, que também prevê um primeiro trimestre melhor em 2015 do que em 2014.

— Não vai ser mais aquela loucura de subir preço. Abaixar preço também acho muito difícil. Mas é um assentamento natural de preços, e as melhores oportunidades vão prevalecer.

Freire afirma que, quando o mercado estava “superaquecido”, os vendedores não aceitavam redução de preço, ou um sinal (pagamento inicial) mais baixo, como vem ocorrendo agora.

Para Viana Neto, do Creci-SP, os preços podem baixar ainda mais.

— Acredito até que os preços precisam baixar mais um pouco para cair dentro da realidade do mercado, porque a renda familiar não alcança a necessidade para a pessoa assinar um contrato.

Infográfico SECOVI

 

Fonte: R7

LOJA COMERCIAL – CERQUEIRA CÉSAR (VENDA/LOCAÇÃO)

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Ótima loja comercial – Cerqueira César.

2 pavimentos com fachada de vidro e 400 metros da estação Oscar Freire do Metrô

Para mais informações acesse o link: http://goo.gl/c2FIit

Veja essa e outras oporunidades em www.vastimoveis.com.br

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Como preparar seu imóvel para venda?

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Saiba como preparar seu imóvel para uma venda mais ágil e com bom valor.

Atualmente os compradores de imóveis tem muitas opções e por vezes as opções são no mesmo condomínio ou edifício, com isso tornar seu imóvel vendável é fundamental, se você quiser vende-lo em um tempo curto e com bom valor.

O interessa ou comprador não marca uma visita somente para ‘dar uma olhada’ em geral eles fazem uma verdadeira inspeção, afim de comparar o seu imóvel com outros que já viu ou irá ver, para então tomar sua decisão. Com isso ter o imóvel em ótimo estado poderá ser um fator decisivo para o comprador escolher o seu.

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